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7 de ago. de 2008

TV americana promove adultério no horário nobre, diz estudo


Los Angeles (EUA)- Um estudo denuncia que a indústria da TV americana promove o adultério e a promiscuidade nos programas de maior audiência, afirmou o Conselho de Pais para a Televisão (PTC, na sigla em inglês).

O relatório denuncia que as redes de TV quase não mostram cenas sexuais no contexto do casamento ou as representa como uma "carga", enquanto acentua atrativos de outros tipos de relações.

Os dados reunidos sobre conteúdos exibidos pelas principais redes dos EUA refletiram que as cenas de adultério superaram em uma proporção de dois para um as imagens íntimas de casais.

Além disso, o sexo sem casamento superou por quatro a um as relações sexuais matrimoniais.

"A TV sugere que muitos buscam minar o casamento ao tratá-lo de forma negativa, mas mais problemático que a glorificação do sexo extramatrimonial é a obsessão por ensinar comportamentos que há uma década teriam sido impróprios para a televisão", afirmou o presidente do PTC, Tim Winter.

Referências a situações sexuais que antes não apareciam em horário nobre, como relações grupais, de mudança de casal, pedofilia, necrofilia e fetichismo, se encontram agora na programação de forma abundante.

"Comportamentos que antes eram vistos como imorais ou socialmente destrutivos receberam sinal verde da indústria da TV. Recentes estudos mostram que as crianças são influenciadas por essas mensagens", assegurou Winter.

A pesquisa se baseou em horários de maior audiência das emissoras "ABC", "CBS", "FOX", "NBC" e "CW" durante quatro semanas no início da temporada 2007-2008 da TV, entre setembro e outubro do ano passado.

A "ABC" foi a rede com mais alusões a sexo no casamento, "embora a maior parte delas negativas", segundo menciona o relatório, que destaca que nesse mesmo canal o sexo sem casamento prévio apareceu em um contexto positivo. EFE

Charlie Sheen tem o maior salário na TV


Charlie Sheen, protagonista da série "Two and a Half Men" da cadeia "CBS", é o ator de televisão mais bem pago dos Estados Unidos, com um salário recorde de US$ 825 mil por episódio, segundo uma estatística elaborada pela revista "TV Guide".



Sheen se tornou, assim, o "rei" das séries cômicas na televisão americana, à frente do ator William Petersen, que interpreta Gil Grissom na série "CSI", da mesma emissora, e que recebe US$ 600 mil por episódio.



Petersen é o ator mais bem pago na categoria séries dramáticas, de acordo com a revista americana.



Sheen que interpreta o papel de Charlie Harper na série que passa às segunda-feiras na televisão americana, foi indicado em 2005 e 2006 ao Globo de Ouro e, em 2006 e 2007, foi candidato ao Emmy como melhor ator em uma série de comédia por "Two and a Half Men".



As atrizes de televisão seguem ganhando bem menos que os homens.



Mariska Hargitay, que participa de "Law & Order: Special Victim Unit", que recebe US$ 400 mil por episódio da série da cadeia "NBC", enquanto Kyra Sedgwick, que interpreta Brenda Leigh Johnson em "The Closer", embolsa US$ 275 mil.



No segmento de animação, Nancy Cartwright, a voz de Bart Simpson em "Os Simpsons", ganha US$ 400 mil, o mesmo que os outros atores que emprestam suas vozes aos personagens de Springfield.



Quanto aos apresentadores, Oprah Winfrey continua sendo a rainha da telinha, com um salário de US$ 385 milhões.



O juiz de "American Idol", Simon Cowell, recebe US$ 50 milhões ao ano, o jornalista David Letterman embolsa US$ 32 milhões e a apresentadora do telejornal da "CBS", Katie Couric, ganha US$ 15 milhões.
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