7 de ago. de 2008

Charlie Sheen tem o maior salário na TV


Charlie Sheen, protagonista da série "Two and a Half Men" da cadeia "CBS", é o ator de televisão mais bem pago dos Estados Unidos, com um salário recorde de US$ 825 mil por episódio, segundo uma estatística elaborada pela revista "TV Guide".



Sheen se tornou, assim, o "rei" das séries cômicas na televisão americana, à frente do ator William Petersen, que interpreta Gil Grissom na série "CSI", da mesma emissora, e que recebe US$ 600 mil por episódio.



Petersen é o ator mais bem pago na categoria séries dramáticas, de acordo com a revista americana.



Sheen que interpreta o papel de Charlie Harper na série que passa às segunda-feiras na televisão americana, foi indicado em 2005 e 2006 ao Globo de Ouro e, em 2006 e 2007, foi candidato ao Emmy como melhor ator em uma série de comédia por "Two and a Half Men".



As atrizes de televisão seguem ganhando bem menos que os homens.



Mariska Hargitay, que participa de "Law & Order: Special Victim Unit", que recebe US$ 400 mil por episódio da série da cadeia "NBC", enquanto Kyra Sedgwick, que interpreta Brenda Leigh Johnson em "The Closer", embolsa US$ 275 mil.



No segmento de animação, Nancy Cartwright, a voz de Bart Simpson em "Os Simpsons", ganha US$ 400 mil, o mesmo que os outros atores que emprestam suas vozes aos personagens de Springfield.



Quanto aos apresentadores, Oprah Winfrey continua sendo a rainha da telinha, com um salário de US$ 385 milhões.



O juiz de "American Idol", Simon Cowell, recebe US$ 50 milhões ao ano, o jornalista David Letterman embolsa US$ 32 milhões e a apresentadora do telejornal da "CBS", Katie Couric, ganha US$ 15 milhões.

"The Clone Wars" repete temas e situações do projeto anterior, na televisão


A retomada das "guerras clônicas" por George Lucas perde muito do efeito dramático por contar uma história que, afinal, todos sabem como termina: o desenho anterior, de Genndy Tartakovsky, já havia mostrado como o conflito se amarrava aos eventos de "A Vingança dos Sith", o longa-metragem em que Anakin cede ao Lado Negro da Força e torna-se Darth Vader. "The Clone Wars", portanto, é apenas uma eletrizante aventura do jovem jedi que pouco acrescenta à sua mitologia - a não ser pela novidade da personagem de Ahsoka Tano, sua padawan, criada especialmente para o projeto e que, convenhamos, tem uma existência em contagem regressiva.
Afinal, se ela não é citada em "A Vingança dos Sith" e demais obras correlatas à saga, não é irresponsável apostar que a pobre jedizinha não irá sobreviver à nova série animada. Seja como for, a apresentação de Ahsoka soa como jogada de marketing para atrair uma fatia de público que nunca deu muita bola para "Star Wars": as meninas. Antes que nos atirem pedras, é óbvio que existem fãs femininas da saga; porém, dizer que os homens não são maioria esmagadora entre os fanáticos pela Força é querer tapar os dois sóis de Tatooine com peneira. Com maneirismos de pré-adolescente cheia de estilo, Ahsoka é feita sob medida para chamar esse público.

"The Clone Wars" começa com uma premissa sem pé nem cabeça: Jabba, o Hutt, o conhecido gângster galático de "O Retorno de Jedi" (1983), tem seu filho seqüestrado e pede a ajuda aos jedis e ao Chanceler Palpatine para recuperar seu pimpolho. É algo como se o narcotraficante Carlos Escobar tivesse pedido a ajuda do governo Reagan para a mesma missão. Nem a simples fala de Mace Windu (voz de Samuel L. Jackson), dizendo que não gostaria de negociar com um mafioso, justifica essa proposta de trama tão estapafúrdia.

A seguir, Anakin Skywalker e sua padawan devem descobrir onde está o filho Jabba, sem saber que o Conde Dookan e sua fiel aliada Asajj Ventress são os culpados pelo rapto do Hutt. Tudo parte de um plano para que Jabba culpe a própria República pelo acontecido, e passe a se aliar às forças separatistas lideradas por Dookan. A tramóia em si não é ruim; o que não funciona dramaticamente é a maneira como os jedis são envolvidos, e também a representação de Jabba como um joguete estúpido (ele cai em mentiras que nem Pinóquio contaria). Se fosse tão manipulável assim, o Hutt não teria construído um império criminal temido tanto pela República quanto pelos Separatistas.

Em termos de ação, "The Clone Wars" tem seqüências espetaculares e um belíssimo design, abandonando a caricatura de Genndy Tartakovsky ao flertar com uma saudável dose de realismo nas feições dos personagens. Pena que os duelos entre heróis e vilões não soem tão importantes: de novo, todo mundo sabe que Anakin só derrota Dookan em "A Vingança dos Sith", por exemplo, o que esvazia o drama do embate entre os Lordes Sith - o atual, Darth Tyranus, e o futuro Vader. Com um longa-metragem de cinema com poucas novidades, há a esperança de que a série de TV, menos focada nos personagens de sempre, empolgue mais pela sensação de que qualquer coisa possa vir a acontecer.

6 de ago. de 2008

38 dicas e truques para fazer mais com o Microsoft Word

Muitas ações podem ser feitas usando atalhos de teclado; selecionamos as mais utilizadas e que podem facilitar sua vida.

Quem usa a suíte de produtividade da Microsoft no dia-a-dia às vezes acaba descobrindo macetes e pequenos truques que facilitam a realização de seus trabalhos. Mesmo assim, o Office está repleto de facilidades que dificilmente são listadas nas listas de ajuda da ferramenta ou mesmo na literatura especializada.

PC World, ao longo desta semana, vai publicar uma série dicas, a começar pelo editor de textos Word, talvez o aplicativo mais popular dos que compõem o Office. Algumas são mais conhecidas, mas existem atalhos de teclado que pouca gente conhece e que vão tornar o uso do software mais agradável. Estas dicas funcionam na maioria das versões do Office.
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